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Faro: exposição de pintura “Passeio” de João Queiroz na Galeria TREM

“Passeio” é o título da exposição que nos propõe João Queiroz. E é assim o título, porque é necessário expressar a liberdade, a fluidez, o puro prazer com que as pinturas foram realizadas. É um “passear” pelo sentir a natureza com o corpo todo e a sua tradução pictórica de facilidade rápida e certa. A naturalidade da sua pintura.

Um Passeio, é também o que é proposto ao espetador: impelido a percorrer um extenso painel de sensações e perspetivas que, embora aludam à paisagem natural, são sobretudo maravilhosas invenções pictóricas de atelier. E é assim, que João Queiroz generosamente nos convida a este Passeio pelo seu universo artístico tão particular.

Esta exposição — que anteriormente teve de ser adiada, devido ao Covid-19, na véspera da sua inauguração no Museu Municipal de Faro —, encerra o ciclo de arte contemporânea “Preces para afugentar tempestades, insectos malignos, etc.”, organizado pela Artadentro, em parceria com o Museu Municipal de Faro, e financiada pelo Município de Faro.

Para ver, até 6 de setembro, de terça a sexta-feira, das 11h30 às 18h00, e ao sábado das 10h30 às 17h00.

 

Sobre o artista:

João Queiroz (Lisboa, 1957), vive e trabalha nas Azenhas do Mar, Colares. Expondo individualmente desde 1986, a sua obra integra as principais colecções institucionais e particulares. Foi o vencedor do Prémio AICA 2011 e do prémio EDP de desenho em 2000.

Exposições individuais (selecção): Encáusticas, Appleton Square (Lisboa, 2015); Stanca Luce, Fundação Carmona e Costa (Lisboa, 2015); ahnungslos, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2014); A noiva Dourada, Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2013); Afinal era uma borboleta (Pavilhão Branco, Museu da Cidade, Lisboa, 2012), A curva do rio (Uma certa falta de coerência, Porto, 2011), Silvæ (Culturgest, Lisboa, 2010), Galeria Quadrado Azul (Porto, 2009), Obras sobre papel (Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2009), Chiado 8 Arte Contemporânea (Lisboa, 2007), Centro de Arte Moderna (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2006), Artadentro (Faro, 2004), Le besoin du noble (modo menor, silvæ) (Lisboa 20 Arte Contemporânea, 2003), Liber Studiorum (Sala Jorge Vieira, Lisboa, 2001), Articulação e Pele (Porta 33, Funchal, 2000) e O ecrã no peito (Atelier-Museu Municipal António Duarte, Caldas da Rainha, 1999).

Exposições colectivas (selecção): Uma Coleção: Um Museu | 2007-2017, MACE (Elvas, 2017), Blackbox: Museu Imaginário, com curadoria de João Louro, Museu do Caramulo (Caramulo, 2017), A Arte como Experiência do Real, CIAJG (Guimarães, 2017), The Middle Line, LIMAC (Madrid, 2017), Chiado 8, Coleção António Cachola (Lisbon, 2017) Anozero: Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra (2015); Um Horizonte de Proximidades: Uma topologia a partir da Coleção António Cachola, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (São Miguel, Açores, 2015); Tão alto quanto os olhos alcançam, Fórum Eugénio de Almeida (Évora, 2014); Nothing Comes From Nothing, Parkour (Lisboa, 2013); Sincronias (MEIAC, Badajoz, 2012), Flatland Redux (Palácio Vila Flor, Guimarães, 2012), Como proteger-se do tigre: (Bienal de Cerveira, 2011), A paisagem na colecção do Centro de arte moderna José de Azeredo Perdigão (Lisboa, 2011), Articulações (Allgarve, Faro, 2008), Avenida 211 (Lisboa, 2008), Portugal Agora (MUDAM, Luxemburgo, 2007), Zoom 1986-2002: Colecção de Arte Contemporânea da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento – Uma Selecção (Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto, 2002) e Um oceano inteiro para nadar (Culturgest, Lisboa, 2001).

 

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Ademar Dias

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