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Volta a Portugal apresenta percurso da 87.ª edição e inaugura um novo ciclo rumo ao centenário

A 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta Jogos Santa Casa, que decorrerá entre 5 e 16 de agosto, foi apresentada esta quarta-feira, no emblemático Alto da Senhora da Graça, em Mondim de Basto, revelando uma edição que marca o início de um novo ciclo para a maior competição do ciclismo nacional.

A caminho do centenário, que será assinalado em 2027, a Volta apresenta um percurso exigente, equilibrado e pensado para promover espetáculo competitivo do primeiro ao último dia. Ao longo de 12 dias, a prova atravessará 71 municípios, fará uma breve incursão por Espanha, regressará a alguns dos locais mais emblemáticos do ciclismo português e introduzirá novidades desportivas que prometem marcar a história recente da competição.

Entre os principais destaques estão as chegadas à Torre, na Serra da Estrela, e ao Alto da Senhora da Graça, a realização de um contrarrelógio individual antes do dia de descanso, a etapa transfronteiriça com passagem por Espanha e a inédita dupla ascensão à Senhora da Graça, pela primeira vez na história da Volta a Portugal.

Além do percurso oficial, a apresentação permitiu conhecer as quatro camisolas oficiais que distinguirão os líderes das diferentes classificações, a nova Viatura Oficial da Volta, bem como algumas das principais novidades de uma edição que reforça a aposta na modernização, na valorização dos territórios e na internacionalização da prova.

A primeira edição da Volta a Portugal realizou-se entre os dias 26 de abril e 15 de maio de 1927.

Quase um século depois, a prova apresenta-se renovada, com uma estratégia orientada para reforçar a qualidade da organização, aumentar a projeção mediática nacional e internacional e afirmar a competição como uma das grandes referências do calendário velocipédico europeu.

 

Uma Volta desenhada para o espetáculo

A edição de 2026 arranca no dia 5 de agosto, com um Prólogo em Lisboa, e termina a 16 de agosto, na Avenida dos Aliados, no Porto, depois de dez etapas que atravessarão praticamente todo o território nacional.

O percurso combina etapas propícias aos sprinters, jornadas de média montanha, um contrarrelógio individual, finais seletivos e grandes desafios em altitude, proporcionando diferentes oportunidades ao longo da corrida e mantendo em aberto a luta pela classificação geral até aos últimos dias.

A 87.ª edição assinala ainda o regresso da Volta a Portugal ao Algarve, dois anos depois da última passagem pela região, com o concelho de Albufeira a receber a chegada da segunda etapa da competição.

Entre os momentos de maior exigência desportiva destacam-se as chegadas à Torre, na Serra da Estrela, a inédita dupla subida ao Alto da Senhora da Graça e ainda duas jornadas que prometem marcar esta edição: a homenagem à emblemática Estrada Nacional 222, num percurso que acompanha as encostas do Douro; e a inédita subida ao Germil, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, feita maioritariamente em calçada.

 

As quatro camisolas oficiais da Volta 2026

A cerimónia serviu igualmente para revelar as quatro camisolas oficiais da 87.ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa, símbolos maiores da competição e das diferentes classificações em disputa.

A Camisola Amarela Jogos Santa Casa distinguirá o líder da classificação geral individual, enquanto a Camisola Azul Continente premiará o melhor trepador da prova.

A Camisola Laranja Galp será atribuída ao corredor mais regular da competição, enquanto a Camisola Branca Paredes – Rota dos Móveis distinguirá o melhor jovem, reforçando a aposta da Volta na valorização dos novos talentos do ciclismo.

As quatro camisolas representam não apenas os diferentes objetivos desportivos da competição, mas também o compromisso dos parceiros oficiais com o crescimento e valorização da Volta a Portugal.

A edição de 2026 marca igualmente a entrada da EBRO Portugal como Viatura Oficial da Volta a Portugal, assegurando o apoio à operação logística da prova através de uma frota que acompanhará diariamente a organização, equipas e convidados ao longo das diferentes etapas.

 

A Senhora da Graça faz história

O local escolhido para a apresentação oficial da prova será também palco de uma das maiores novidades desta edição.

Pela primeira vez na história da Volta a Portugal, a etapa de Mondim de Basto incluirá duas subidas ao Alto da Senhora da Graça, através de percursos distintos, introduzindo uma nova dimensão estratégica numa das montanhas mais emblemáticas do ciclismo português.

Esta inovação reforça o carácter espetacular da corrida e promete transformar uma das etapas decisivas da prova num dos grandes momentos da edição de 2026.

 

Mais internacional, mais próxima dos portugueses

A Volta a Portugal 2026 reforça igualmente a sua dimensão internacional.

Pela primeira vez na sua história, a prova contará com transmissão internacional em direto através da plataforma HBO Max, reforçada por um programa de resumos no Eurosport e por uma campanha promocional internacional que permitirá levar a imagem da Volta e de Portugal a milhões de espectadores em dezenas de mercados.

Em Portugal, a RTP continuará a assegurar a transmissão em direto da competição. Esta edição marcará ainda o regresso do programa “Há Volta”, com três horas de emissão em direto desde os municípios de partida, entre as 10h00 e as 13h00.

 

Uma prova ao serviço dos territórios

Ao longo de 12 dias, a Volta a Portugal percorrerá 71 municípios, distribuídos por 15 distritos e 15 Comunidades Intermunicipais/Áreas Metropolitanas, valorizando o património, a cultura, a gastronomia, a economia local e a identidade de cada território anfitrião.

Muito mais do que uma competição desportiva, a Volta é um dos maiores eventos itinerantes do país, afirmando-se como uma plataforma de promoção territorial que aproxima comunidades, dinamiza as economias locais e leva a imagem de Portugal a milhões de pessoas, através da sua forte cobertura mediática nacional e internacional.

 

Equipas internacionais reforçam competitividade da Volta

A 87.ª Volta a Portugal voltará a reunir as 10 equipas continentais portuguesas, às quais se juntam várias formações internacionais, reforçando a qualidade competitiva e a dimensão internacional da prova.

Entre as equipas já confirmadas destaca-se a presença da UAE Team Emirates XRG, uma das referências do ciclismo mundial, que trará a Portugal o Campeão Olímpico de Madison, Rui Oliveira, um dos nomes maiores do ciclismo português da atualidade.

A participação de equipas internacionais de elevado nível insere-se na estratégia de valorização desportiva e de internacionalização da Volta a Portugal, proporcionando um pelotão mais competitivo e reforçando o prestígio da prova no panorama velocipédico europeu.

 

 

Declarações:

 

Pedro Dias, Secretário de Estado do Desporto

“A Volta a Portugal em Bicicleta é uma das maiores referências do desporto nacional e um símbolo que atravessa gerações, unindo o país em torno dos valores do esforço, da superação e do espírito de equipa.

É com satisfação que vejo nesta 87.ª edição a vontade de inovar, de crescer e de reforçar a sua projeção internacional, preservando a identidade e a história que fazem da Volta um património do desporto português. Estou certo de que este novo ciclo contribuirá para valorizar ainda mais o ciclismo nacional e para afirmar Portugal como palco de excelência para a realização de grandes eventos desportivos.

Quero deixar uma palavra de reconhecimento à Federação Portuguesa de Ciclismo, pelo trabalho desenvolvido na valorização da modalidade e na afirmação da Volta a Portugal, às autarquias que, ano após ano, acolhem a prova e fazem dela uma verdadeira celebração do território, e aos atletas, portugueses e estrangeiros, que com o seu talento, dedicação e espírito competitivo continuam a inspirar milhares de portugueses.

É graças ao compromisso de todos que a Volta a Portugal continua a olhar para o futuro com ambição, reforçando a sua relevância no panorama desportivo nacional e internacional.”

 

Cândido Barbosa, Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo

“Hoje damos um passo muito importante na afirmação da Volta a Portugal. Apresentamos uma edição que respeita a história da prova, mas que olha decididamente para o futuro. Queremos uma Volta mais forte, mais moderna, mais internacional e cada vez mais próxima dos portugueses. O percurso que hoje apresentamos traduz essa ambição: é exigente, equilibrado, promove o território e promete espetáculo do primeiro ao último dia. A poucos meses do centenário da Volta, queremos continuar a valorizar este património do desporto nacional e projetá-lo para o futuro, sempre com o apoio dos nossos parceiros, dos municípios e de todos aqueles que fazem da Volta uma prova única.”

 

Ezequiel Mosquera, Diretor da Volta a Portugal

“Não foi um desafio fácil, não só pela dimensão e pela responsabilidade que implica assumir a organização de um evento tão importante para Portugal, mas também pelo desafio de o fazer num espaço de tempo tão curto. Mas a ilusão, o compromisso e a ambição de estar à altura pesaram sempre mais. Foi isso que quisemos levar para a estrada, para os percursos e para toda a imagem da corrida: o desafio entusiasmante que representa dar um novo impulso à Volta de um país.

A Volta a Portugal é uma grande corrida, com uma dimensão e uma singularidade que merecem ser vistas com outros olhos a partir de fora. Da parte da organização, o objetivo foi desenhar uma Volta desportivamente equilibrada, mas sempre orientada para o espetáculo visual, apoiando-nos na história que guarda e no imenso património que Portugal possui.

Não é apenas um evento desportivo: é vender país através de uma Volta que procura, ao mesmo tempo, a portugalidade e a internacionalidade; uma corrida fiel à sua história, mas preparada para se projetar com força para o exterior.”

 

Bruno Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto

“É com enorme orgulho que Mondim de Basto recebe, no Santuário de Nossa Senhora da Graça, a apresentação oficial da 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta, o maior evento do ciclismo nacional. A Senhora da Graça é, e continuará a ser, a etapa rainha da Volta a Portugal: uma subida com alma, história e uma mística única, que todos os amantes do ciclismo reconhecem. Quem sobe a Senhora da Graça sabe que não enfrenta apenas uma montanha; enfrenta um símbolo do desporto nacional.

Quero, por isso, felicitar a organização por trazer esta apresentação a Mondim de Basto e pela forma como a Volta continua a percorrer o país, de norte a sul, do litoral ao interior, dando a conhecer territórios, paisagens, culturas e comunidades que fazem a riqueza de Portugal.”

 

Volta a Portugal 2026 em resumo

- 5 a 16 de agosto de 2026

- 1,388 quilómetros no total

- 1 Prólogo

- 10 etapas

- 1 Contrarrelógio Individual

- 71 municípios

- 15 distritos

- Passagem por Espanha

- 1 dia de descanso

- Primeira dupla ascensão ao Alto da Senhora da Graça

- Transmissão nacional em direto na RTP1

- Programa "Há Volta" diariamente na RTP1

- Transmissão internacional em direto na plataforma HBO Max

- Resumo internacional no Eurosport

 

O calendário

05/08: Prólogo – Lisboa | 6 km

06/08: 1.ª Etapa: Lourinhã > Sintra (Queluz) | 153 km

07/08: 2.ª Etapa: Sines > Albufeira | 177 km

08/08: 3.ª Etapa: Beja > Elvas | 180 km

09/08: 4.ª Etapa: Figueiró dos Vinhos > Covilhã (Torre) | 148 km

10/08: 5.ª Etapa: Anadia > Águeda (CRI) | 17 km

11/08: Dia de Descanso – Santa Maria da Feira (Europarque)

12/08: 6.ª Etapa: Santa Maria da Feira > Peso da Régua | 129 km

13/08: 7.ª Etapa: Vieira do Minho > Gerês | 147 km

14/08: 8.ª Etapa: Melgaço > Fafe | 166 km

15/08: 9.ª Etapa: Paredes > Mondim de Basto (Sra. da Graça) | 141 km

16/08: 10.ª Etapa: Maia > Porto | 124 km

 

 

Descritivo das Etapas

 

05/08: Prólogo – Lisboa | 6 quilómetros

Um esforço curto, mas muito intenso. Apesar de se tratar de um Prólogo, apresenta uma distância superior ao habitual, suficiente para criar as primeiras diferenças entre especialistas do contrarrelógio e candidatos à classificação geral.

Será o primeiro contacto com a Volta a Portugal 2026: uma jornada explosiva e exigente, onde cada segundo poderá começar a fazer a diferença desde o primeiro dia.

 

06/08: 1.ª Etapa – Lourinhã > Sintra (Queluz) | 153 quilómetros

A primeira etapa pode terminar ao sprint… ou não.

O verdadeiro desafio deste percurso está no seu constante sobe e desce, característico desta região. Não existem grandes montanhas, mas o terreno acidentado poderá desgastar o pelotão e dificultar a vida aos sprinters, caso a corrida seja disputada a um ritmo elevado.

A subida a Sintra, de 3.ª categoria e relativamente próxima da meta, poderá servir de ponto de ataque para quem pretenda evitar uma chegada em pelotão compacto. Será uma etapa aberta, nervosa e suficientemente seletiva para começar a definir a corrida mais cedo do que o habitual.

 

07/08: 2.ª Etapa: Sines > Albufeira | 177 quilómetros

Uma etapa longa e praticamente plana, onde o grande adversário poderá ser o calor, que deverá intensificar-se ao longo do dia.

À partida, tudo aponta para uma chegada ao sprint. No entanto, as duas curtas subidas no último quilómetro e meio poderão transformar o final numa chegada reservada aos sprinters mais resistentes e explosivos, privilegiando a potência em detrimento da velocidade pura.

 

08/08: 3.ª Etapa: Beja > Elvas | 180 quilómetros

Nova oportunidade para os sprinters, mas com dois fatores capazes de alterar o desfecho esperado: a distância e o calor.

Será a etapa mais longa da Volta a Portugal 2026 e voltará a demonstrar que, no Alentejo, as altas temperaturas podem ser tão decisivas quanto a própria altimetria.

O percurso inclui a subida ao Castelo de Monsaraz e várias metas bonificadas estrategicamente colocadas na aproximação à meta, fatores que poderão provocar ataques, cortes ou uma seleção natural nos quilómetros finais.

A chegada, junto às muralhas de Elvas, acrescentará um enquadramento histórico a uma etapa que, apesar de aparentemente acessível, promete não passar despercebida.

 

09/08: 4.ª Etapa: Figueiró dos Vinhos > Covilhã (Torre) | 148 quilómetros

A Serra da Estrela dispensa apresentações.

Com cerca de 1.500 metros de desnível acumulado na ascensão final, continua a afirmar-se como um dos grandes juízes da Volta a Portugal.

Pela sua altitude, extensão e exigência, a subida à Torre é um verdadeiro gigante do ciclismo nacional.

Embora não seja antecedida por grandes montanhas, a etapa será marcada por um terreno extremamente duro, com sucessivas subidas e descidas que irão desgastando progressivamente o pelotão antes da mítica ascensão final.

Será, igualmente, a etapa com maior desnível acumulado de toda a Volta.

 

10/08: 5.ª Etapa: Anadia > Águeda (CRI) | 17 quilómetros

O contrarrelógio individual volta a favorecer os especialistas desta disciplina.

Com 17 quilómetros e uma subida intermédia, esta será a última grande oportunidade para os especialistas ganharem tempo antes do dia de descanso e da entrada nas decisivas etapas do norte do país.

Uma jornada determinante para a classificação geral, onde a gestão do esforço, a precisão e a capacidade técnica poderão ser tão importantes quanto a força física.

 

12/08: 6.ª Etapa: Santa Maria da Feira > Peso da Régua | 129 quilómetros

A etapa que liga Santa Maria da Feira ao Alto Douro será uma verdadeira homenagem à Estrada Nacional 222, considerada por muitos uma das mais belas estradas do mundo… e também uma das mais exigentes.

As encostas do Douro apresentam um percurso permanentemente ondulado, onde praticamente não existem momentos de recuperação.

A estrada serpenteia ao longo do vale até atravessar o rio e encaminhar o pelotão para os quilómetros finais rumo ao Peso da Régua.

Será, certamente, uma etapa muito exigente para os corredores e visualmente deslumbrante para quem a acompanhar.

 

13/08: 7.ª Etapa: Vieira do Minho > Gerês | 147 quilómetros

Após um início relativamente tranquilo, a corrida transforma-se por completo quando entra no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Depois das Termas do Gerês, surge uma longa subida de 1.ª categoria que se prolonga praticamente até à fronteira com Espanha. A corrida fará uma breve incursão em território espanhol antes de enfrentar outra das grandes novidades desta Volta: a subida ao Germil.

Com cerca de 10 quilómetros e uma inclinação média de 6,5%, metade da ascensão é percorrida em calçada, tornando este um dos momentos mais exigentes e singulares da prova.

Mais do que uma dificuldade montanhosa, Germil representa um verdadeiro património do ciclismo português, preservando estradas históricas que continuam a encantar corredores e adeptos de todo o mundo.

 

14/08: 8.ª Etapa: Melgaço > Fafe | 166 quilómetros

A oitava etapa liga Melgaço a Fafe.

Sem apresentar uma dureza extrema, a subida à Penha, em Guimarães, poderá condicionar uma eventual chegada ao sprint, pela proximidade da meta.

Fafe, uma das localidades mais emblemáticas da história da Volta a Portugal, habituou os adeptos a finais imprevisíveis e muito disputados.

Tudo indica que esta edição não será exceção.

Será uma etapa destinada a sprinters resistentes, corredores atentos e equipas capazes de controlar uma corrida que poderá tornar-se imprevisível nos quilómetros decisivos.

 

15/08: 9.ª Etapa: Paredes > Mondim de Basto (Sra. da Graça) | 141 km

Curta, mas decisiva.

A penúltima etapa terá como grande protagonista a mítica subida à Senhora da Graça, um dos símbolos maiores da Volta a Portugal.

Este ano, a etapa apresenta uma novidade absoluta: uma inédita ascensão por Carvalhais, com cerca de 9 quilómetros a uma inclinação média de 7%, culminando num último quilómetro em terra batida.

Sem regressar ao asfalto, o percurso ligará diretamente à parte superior da Senhora da Graça através de um espetacular troço em terra batida (sterrato).

Esta inovação permitirá aos milhares de adeptos presentes no Monte Farinha assistir a uma primeira passagem dos corredores, seguida da descida e da ascensão final.

Pela dureza, pelo simbolismo e pelo espetáculo que promete proporcionar, será a verdadeira etapa-rainha da Volta a Portugal 2026.

 

16/08: 10.ª Etapa: Maia > Porto | 124 quilómetros

A última etapa marcará o desfecho da Volta a Portugal 2026.

Os primeiros quilómetros deverão decorrer num ambiente mais descontraído, típico das jornadas finais de homenagem aos protagonistas da corrida.

No entanto, tudo mudará quando o pelotão entrar no circuito final entre Porto e Vila Nova de Gaia.

O percurso, desenhado entre pontes emblemáticas, ruas históricas e sucessivas mudanças de ritmo, apresenta uma exigência técnica que afasta a ideia de uma tradicional chegada tranquila ao sprint.

Embora seja possível uma decisão em pelotão compacto, a dureza do circuito poderá proporcionar um final espetacular e memorável no coração histórico da cidade do Porto.

 

Mais informações em https://avoltaportugal.com/

 

NOTA: resumo da apresentação pelo jornalista Teixeira Correia em https://hearthis.at/radiohorizonte/volta-a-portugal-de-2026-ja-foi-apresentada/

 

Créditos da imagem: Federação Portuguesa de Ciclismo

 

Ademar Dias

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